12.03.2014

mantas e Rimbaud.

 Acabei de ler Rimbaud, enfiada no meio das mantas, a lareira a olhar para mim.

   «Escrevia silêncios, noites, anotava o inexprimível.
     Fixava vertigens.
    Criei todas as festas, todos os triunfos, todos os dramas.
    Tentei inventar novas flores, novos astros, novas carnes, novos idiomas.»
                                                                                                      
 Estou de regresso. Com vontade de escrever estou de partida.


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2 comentários:

  1. Que delícia isso de ler Rimbaud entre mantas. Desejei um pouquinho de frio por aqui (o calor está de matar esses dias).
    E que foto bonita! <3

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O meu nome não é Rita Laranja. E gosto de tirar fotografias. amidnightinbuenosaires@gmail.com